Correio Codoense

Diretor da UPA fala sobre exoneração de médico e nega prática de conduta vedada a técnicos em enfermagem

Ricardo Araújo, diretor da UPA Codó
Ricardo Araújo, diretor da UPA Codó

O diretor da Unidade de Pronto Atendimento 24h – UPA de Codó, Ricardo Araújo manteve contato com o Blog, ontem (25), no fim da tarde solicitando direito de resposta à publicação onde o auxiliar de obras, José Ribamar Abreu afirma ter sido mal atendido e outras declarações consideradas graves e delas vedadas pela conduta de departamentos de saúde, como, por exemplo, o Departamento de Enfermagem.

Ricardo Araújo, inicialmente, confirmou que o paciente esteve na Unidade de Codó e após apuração de denúncia, foi constatado que houve mal atendimento com relação ao médico que estava no plantão, na noite de quarta-feira, o clínico geral, Francisco Oliveira. Tanto é que identificada a veracidade do ocorrido, o secretário de saúde do Estado, Ricardo Murad, determinou a exoneração do médico.

Porém, segundo o diretor da UPA, algumas das afirmações feitas pelo paciente em reportagem à FCTV, que posteriormente fora reproduzida no Correio Codoense, não se confirmam. Ricardo garante que o médico em questão não reclamou de salário por não haver atraso no pagamento dos vencimentos dos profissionais que atuam na UPA. Outra inverdade, conforme o diretor, seria em relação ao que Ribamar disse sobre o médico dizer que a sutura seria feita pelos técnicos em enfermagem. Ricardo alegou que isso não seria possível por essa ser uma conduta vedada na área de saúde e na UPA não seria diferente, uma vez que só os médicos estão habilitados a fazerem esse tipo de procedimento.

E não para por aí, o diretor da UPA também negou outro caso ainda mais grave apontado pelo paciente. José Ribamar disse que a técnica em enfermagem teria dito que ela havia feito a prescrição do medicamento, mas Ricardo se opôs com veemência a essa afirmação. Para a direção isso jamais aconteceu na Unidade de Pronto Atendimento de Codó. Perguntado porque o paciente entendeu que a profissional que o atendia naquele momento havia feito a prescrição do medicamento, Ricardo disse que o paciente não viu o médico prescrever o medicamento porque a técnica em enfermagem foi até o consultório e solicitou que Dr. Francisco Oliveira prescrevesse a medicação do paciente.

Sobre os questionamentos descritos acima, o Blog quis saber se o diretor não conversou com o médico, ele disse que sim. Perguntamos quais fora as explicações de Francisco Oliveira. De acordo com Ricardo Araújo, o médico teria dito que houve um conflito de informações e que se referiu em tom de brincadeira sobre salário, mas não o da UPA e sim o do HGM, que estaria atrasado. Quanto a realização de sutura, o médico também teria dito que essa é uma prática comum no HGM e não na UPA. Em relação ao medicamento prescrito, Ricardo apresentou documento para o Correio Codoense atestando que, de fato, o médico foi quem fez a prescrição.

Ricardo Araújo finalizou informando que a população, que, por alguma razão sentir-se lesada, pode entrar em contato com a Ouvidoria da UPA, pelo telefone 160 e realizar denúncias de mal atendimento ou qualquer outra informação que desejar.

Suspeito de assassinar policiais militares em São Luís é morto pela PM em Bacabal

João Victor – assaltante morto

Foi morto em confronto na tarde desta terça-feira (25) João Victor (foto), um dos assaltantes que participou do assalto que resultou na morte de dois policiais militares na manhã de sábado (22) no Porto de Mocajituba (releia)

Depois de matarem os policiais militares, João Victor e Eduardo (conhecido como Boca) fugiram para Bacabal onde “Boca” se homiziou na casa da avó. João Victor ficou em uma quitinete no bairro Areia. Outro local onde o assaltante se escondeu foi numa casa na rua Jorge José de Mendonça (rua do Cajueiro), protegido por Mikaele Sousa Pereira (18 anos), namorada de “Boca”.

O Blog teve acesso a um áudio que Eduardo, o “Boca” enviou para a namorada para que ela aguardasse por ele em Bacabal.

Policiais civis e militares na captura dos assaltantes

Policiais da Seic – Superintendência Estadual de Investigações Criminais, rumaram para Bacabal e num trabalho conjunto com o serviço de inteligência da Polícia Militar conseguiram localizar João Victor. Na tarde desta terça-feira, quando foi abordado no centro da cidade ele estava em uma moto sem placa, o assaltante não obedeceu ordem para parar e reagiu contra os policiais na rua Manoel Alves de Abreu cruzamento com a rua Djalma Dutra. João Victor ainda foi levado para o hospital mas não resistiu aos ferimentos.

O assaltante estava com uma pistola “ponto 40”, da Polícia Civil do Maranhão. Segundo o Blog apurou, Mikaele (foto abaixo) já havia tentado vender a pistola para uma pessoa na cidade. A polícia continua a caçada para capturar Gustavo, o Boca. Mikaele foi presa juntamente com Giordanio Araújo Sousa e Elizeu de Sousa Lima, também acusados de fornecerem apoio logístico para a dupla de assaltantes.

Atualizado às 20h52 para acréscimo de informações.

Do Blog do Louremar

“A transparência será uma palavra chave no Governo Flávio Dino”, diz Felipe Camarão sobre diálogo com servidores

Uma das prioridades do governo Flávio Dino é manter o diálogo com os servidores públicos e trabalhar a valorização desses profissionais. Dino indicou o advogado Felipe Camarão para conduzir a Secretaria de Gestão e Previdência Social (Segep), que terá a missão de valorizar os servidores públicos – ativos e inativos, além de aprimorar os serviços de estado destinados especificamente aos servidores, especialmente saúde. Em entrevista, ele fala sobre as prioridades da pasta.
 
Haverá algum canal de participação dos servidores na gestão Flávio Dino?
 
Com certeza. O governador Flávio Dino determinou a valorização dos servidores e isso passa, necessariamente, pela participação democrática dos mesmos. Inclusive, vamos instalar uma mesa permanente de diálogos com os servidores, através da qual todas as representações sindicais serão ouvidas e informadas de maneira transparente sobre todas as nossas decisões.
 
Como se dará esse diálogo?
 
Será uma mesa permanente com reuniões mensais ou bimestrais em que os servidores ou seus representantes serão ouvidos antes das decisões que afetem de qualquer modo os interesses dos servidores, assim como os manteremos constantemente informados sobre a gestão. A transparência será uma palavra chave no Governo Flávio Dino. Além disso, ouviremos as reivindicações e os problemas do funcionalismo público sempre. Muitas vezes o que falta é a comunicação adequada com os servidores e é isso que teremos nessas mesas.
Como o próximo governo pretende tratar o atendimento de saúde aos servidores, que hoje reclamam por não terem mais acesso ao Hospital Carlos Macieira?
 
No momento em que me fez o convite para a Secretaria, o governador eleito Flávio Dino já me passou a orientação de dar prioridade à valorização do servidor público, dando especial enfoque à saúde. Nesse sentido, o governador determinou que, juntamente com a Secretaria de Saúde e através do diálogo com os servidores e sindicatos, façamos o estudo para encontrar a melhor solução para a questão do Hospital Carlos Macieira. Trata-se de uma situação que não é simples, uma vez que o antigo Hospital do IPEM hoje faz parte da rede SUS. De todo modo, certamente através do diálogo com os servidores, com o planejamento correto e em conjunto com a SES, encontraremos a melhor solução.

Paciente que teve atendimento negado por médico na UPA se arrepende de não ter ido para o HGM

José Ribamar Abreu se recupera em casa depois de ter sido maltratado na UPA
José Ribamar Abreu se recupera em casa depois de ter sido maltratado na UPA

José Ribamar Abreu, de 35 anos de idade, se envolveu em um acidente de trânsito na noite de quarta-feira, no Bairro Trizidela, em Codó. Ele estava pilotando uma motocicleta e se chocou com outro veículo, devido a pancada, a vítima teve vários ferimentos pelo corpo. Dois foram mais graves. Um no joelho e outro no calcanhar. José de Ribamar permaneceu consciente após o acidente e pediu para ser levado para a UPA – como foi o atendimento na Unidade de SAÚDE é o que você confere abaixo na íntegra a entrevista concedida à FCTV, nesta terça-feira (24). LEIA:

Até técnica em enfermagem já estaria prescrevendo medicamento na UPA e fazendo sutura em pacientes, segundo consta na denúncia de José Ribamar . Veja:

Quando eu cheguei lá me colocaram na maca. Eu estava com bastante dor de cabeça, porque bati a cabeça no chão e pedi um remédio, pra dor de cabeça. A técnica em enfermagem pegou e me deu um remédio no soro. Eu perguntei quem tinha prescrito o remédio e ela falou que tinha sido ela mesmo.

- Mas você pode prescrever um remédio? Ela disse: a gente técnico em enfermagem pode fazer isso.

Depois de meia hora que eu estava lá, nenhum médico foi me atender, olhar o que estava acontecendo comigo. Depois de meia hora, esse doutor Francisco Oliveira entrou dentro da sala sorrindo, aí olhou pro meu pé e falou: Ah! Isso aí é técnico em enfermagem e enfermeiro que tem que fazer não sou eu que sou médico não.

- Isso aí o quê (perguntou o Blog). Porque ele falou que não ia fazer a sutura do meu pé. Quem iria fazer era a técnica em enfermagem.

Como no acidente eu caí dentro da lama, tinha muita lama dentro dos cortes e era ariscado provocar uma infecção, então ele falou que não iria fazer a limpeza nem a sutura”.

Médico teria dito ao paciente que fosse procurar atendimento com os médicos cubanos, em tom de preconceito e reclama de salário atrasado na UPA como justificativa para o comportamento anti profissional. Veja:

“Aí eu falei pra ele: você está aqui para trabalhar e quem paga seu salário somos nós, entendeu? Você está aqui para atender a nós que somos pacientes. Ele olhou pra mim com arrogância e falou:

- Por que você não procura os cubanos que vocês trouxeram pra cidade? E outra coisa, meu salário tá atrasado ainda (Teria dito o médico). E não fez a sutura. Não foi. Foi outra médica, porque nessa hora arranquei o soro da minha mão por que eu não ia morrer lá de tanto perder sangue.

Paciente conta que deixou o HGM de lado e deu preferência por ser atendido na UPA, mas se arrepende devido aos maus tratos. Veja:

Aí eu falei vou pro HGM. Eles disseram, mas você vai ter que assinar um termo de responsabilidade. Eu disse: assinar termo de responsabilidade? Quem está negando socorro pra mim são vocês. Eu não vou é morrer aqui e antes assinar um termo por uma coisa que eu não estou sendo atendido.

Se eu soubesse que lá seria desse jeito não teria nem ido pra lá, teria ido direto pro HGM. Mas a gente vê falando que a UPA é tão boa, né? Que os primeiros socorros são tão eficientes, então eu disse me leva direto pra UPA, pensando que ia ser bem tratado lá, quando cheguei acontece isso. Fiquei até hoje horrorizado com isso. Revoltado com essa situação porque eu não esperava, porque a gente que é pai de família a gente precisa trabalhar.

Uma médica gente finíssima o salvou, destaca o paciente. Veja:

“Quando eu ia saindo veio uma doutora, gente finíssima, que me atendeu, viu minha situação e disse eu vou tratar de você. Pegou, me colocou na maca e me levou pra sala de novo. Fez toda a limpeza, todo o processo, costurou e foi que fui liberado, depois de três horas”.

Concluiu José Ribamar Abreu.

Polícia de Codó diz que ameaças atreladas ao “Bonde dos 40″ em Codó é trote

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Uma das mensagens do Whatsapp

A comunidade do bairro São Francisco ficou em polvorosa com as notícias espalhadas em um grupo de Whatsapp dando conta da vinda de integrantes do “Bonde dos 40″, uma facção perigosa que comanda o crime em São Luís. As informações alertavam para a invasão dos bandidos que viriam ao município vingar a morte de Márcio, o Buchada, assassinado no domingo na Avenida Marechal Castelo Branco, em Codó.

Diante do medo causado nos moradores, procuramos a Polícia Civil de Codó que nos informou que as notícias não se confirmam, pois se tratam de trotes, uma vez que, se os criminosos que integram o “Bonde dos 40″ estivessem interessados em invadir Codó, o Serviço de Inteligência da Polícia Civil já teria avisado as polícias do município, já que todas as facções criminosas da capital e do interior do Estado são monitoradas.

O Correio Codoense também recebeu vários áudios, deles até com identificação como sendo de integrantes do “Bonde dos 40″ avisando o povo do Bairro São Francisco que todos seriam mortos se não tratassem de se recolher em suas casas antes do anoitecer. A Polícia Civil também informou ao Blog que várias mensagens foram enviadas para a PC dando conta de assaltos marcados para ontem, mas nenhum destes se confirmou.

Sobre o nome da FCTV envolvido nas mensagens, a direção da emissora disse desconhecer qualquer funcionário que tivesse como praxe esse tipo de conduta e negou a existência de qualquer pessoa na empresa com o nome identificado na mensagem que cita a emissora (Ramon Ribeiro). No entanto, o caso vai ser apurado.

Justiça coloca médico Guillermo Quiroga em liberdade

Médico Guillermo Quiroga
Médico Guillermo Quiroga

Foi solto pela justiça de Timbiras, o médico boliviano, Guillermo Quiroga, 36 anos. O ortopedista deixou a 4ª Delegacia de Polícia Civil de Codó na tarde desta segunda-feira (24), onde estava preso desde o dia 14 de novembro, quando recebeu ordem de prisão do Delegado Alcides Nunes que cumpriu mandado de prisão temporária expedido pelo juiz da comarca de Timbiras, Ailton Gutemberg Carvalho Lima, que decretou a prisão após uma representação feita pela Polícia Civil do município onde o médico é acusado de conduta criminosa contra Rejane Rodrigues, de 29 anos.

Guillermo foi preso enquanto trabalhava em sua Clínica no centro de Codó. O médico deveria ter deixado a cadeia no último dia 18 de novembro quando terminaria o prazo da prisão temporária, mas a justiça de Timbiras transformou a prisão de cinco dias em preventiva. Na tarde desta segunda-feira, o ortopedista deixou a Delegacia e voltou pra casa acompanhado da esposa, a nutricionista Nágila Maiane.

A Polícia Civil de Timbiras concluiu o inquérito policial instaurado contra o médico que estava sendo investigado pela prática de três crimes contra a amante que o acusou de tentativa de aborto forçado. em razão disso a investigação ainda envolveu crimes de ameaça e cárcere privado.

Semana BLACK WEEK no Armazém Paraíba de Codó

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Promoção no setor de tecido e confecção

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Médico se recusa a fazer sutura em paciente na UPA de Codó e é demitido por Ricardo Murad

Médico é demitido por se recusar a atender paciente

O secretário estadual de saúde, Ricardo Murad fez o que a população de Codó esperava há muito tempo, demitiu um dos médicos que operam na cidade e que mais geram reclamações para os pacientes. Preenchendo o quadro de funcionários da UPA, Francisco Oliveira é tachado pela população codoense como o médico mais omisso dos que já passaram pelo município.

Francisco Oliveira é conhecido na cidade como um mal profissional, não costuma, sequer, olhar para o paciente e recentemente, em mais uma de suas ações de mal atendimento ao povo teria feito colocações nada comum para um profissional da saúde.

Segundo publicação feita no site Codó Noticias, aditado por Jefferson Abreu, que testemunhou o antiprofissionalismo do médico, Francisco Oliveira teria se recusado a observar o quadro de um jovem que estava com fratura em razão de um acidente de trânsito. O paciente estava precisando de sutura, mas o médico estava se negando a realizar o atendimento delegando a função, que é exclusivamente do médico, a uma técnica em enfermagem.

Por fim, ainda teria dito ao acompanhante do paciente, José Ribamar Abreu para que procurasse atendimento com os médicos cubanos. Aliás, se tivesse sido mesmo com um cubano, não há dúvida de que teria sido um atendimento humanizado e, no mínimo, um profissional com amor à profissão, coisa que o médico demitido não tem. O secretário Ricardo Murad disse que foi apurada a denúncia e o caso foi constatado, o que não nos revela surpresa alguma, já que todos tem conhecimento da péssima conduta de Francisco Oliveira.

Quem deve ter sentido com a demissão do médico deve ter sido o vereador Leonel Filho que mesmo sabendo que o médico era antipatizado pela população inteira que já teve o desprazer de ser atendida por ele, ainda lhe conferiu uma cidadania. Este ano, Francisco Oliveira recebeu título de cidadão codoense das mãos do vereador Leonel e na solenidade, as pessoas que participaram aplaudiram todos os homenageados, com exceção do médico em questão.

O certo é que Ricardo Murad o exonerou da UPA e de qualquer outro departamento estadual de saúde que por ventura o médico estivesse fazendo parte. Pelo menos desse, o povo codoense está livre, pelo menos por enquanto. E não o aconselhamos a montar consultório em Codó porque não temos dúvida de que as pessoas vão saber selecionar melhor o lugar e o profissional pelo qual buscam atendimento.