Conheça a Renault e sua linha de carros populares

Fonte: Renault / Divulgação

No final de 1998 que a Renault iniciou suas atividades no Brasil. Durante todos esses anos, localizada em São José dos Pinhais no Paraná, a Renault já fabricou cerca de 3 milhões de veículos e 4 milhões de motores automotivos tanto para a própria marca quanto para sua parceira Nissan. Hoje, a fábrica produz no Brasil os modelos Renault Sandero, Logan, Kwid, Duster, Captur e Duster Oroch… E são eles que estão entre os mais populares.

Logan

O primeiro projeto produzido pela Renault do Brasil, foi o Logan. O modelo foi lançado no país no ano de 2007 sugerindo ser um veículo compacto com espaço interno de um sedã comum. Além das dimensões existentes na cabine, ele possuía um amplo porta-malas de 510L. O design era seu principal problema: as linhas retas e descompassadas geraram mais críticas entre os entendedores do ramo do que os esperados elogios. Outro problema estava no acabamento da parte interna do modelo, que exagerava no uso de plástico de qualidade regular. Nem o motor 1.6 16V de 112 cvs com etanol que conseguisse alavancar as vendas do Logan, o mesmo foi modificado em 2011, aproveitando o upgrade do Sandero. O novo Logan surgiu em 2013 resolvendo o principal problema de seu antecessor em relação ao design que desagradou há muitos, mesmo preservando suas características, passou a ter um ótimo espaço interno e ótimo custo-benefício.

Mégane Grand Tour

A Mégane estreou no país no ano de 2006, pouco tempo depois do lançamento do sedã. A Grand Tour chegou em um momento no qual as chamadas “peruas” ainda eram bastante utilizadas. Inicialmente, a Grand Tour era vendida em duas versões a Expression e Dynamique. A versão Expression possuía motor 1.6 flex de 115/110 cvs e 16/15,2 kgfm, enquanto a Dynamique possuía a opção 2.0 16V à gasolina de 138 cv e 19,2 kgfm, incluindo transmissões manual de seis marchas ou automática de quatro marchas. A versão top de linha era a Privilège estreou em 2008 e a série com design bem esportivo e a Extreme estreou um ano depois, em 2009. Uma leve modificação ocorreu em 2010, quando o modelo passou a ser vendido apenas na versão Dynamique 1.6. Quando deixou de ser produzida, em 2013, era vendida somente na versão Expression 1.6, deixando uma legião de consumidores.

Sandero

O Sandero entrou para a história da Renault por inúmeros fatores. Além de ter sido o primeiro modelo da marca lançado fora do continente Europeu, ele foi resultado de um desenvolvimento coletivamente entre a França, Romênia e o Brasil. Esse trio fez com que o hatch não viesse a cometer um dos maiores deslizes do modelo Logan: o design. O hatch foi idealizado para agradar aos brasileiros desde o seu momento de estreia em 2007. Por compartilhar plataforma e vários componentes do Logan, o Sandero repete o bom espaçamento na parte interna. Em 2008, o hatch ganhou a versão Stepway, com visual aventureiro e suspensão notável. Modificado em 2011, o Sandero permaneceu sem mudanças profundas até o ano de 2014, quando ganhou uma a geração vistas nas ruas até hoje.

Clio

O Clio começou a ser produzido em 1999. A princípio, o hatch era vendido nas versões RL, RN e RT com carroceria de 5 portas. Havia duas outras opções de motorização: 1.0 de 59 cvs e 1.6 de 90 cvs. Todas as versões partiam de fábrica com airbag duplo, mas foi a primeira no segmento de populares a ser rejeitada pelos consumidores. Em 2000, a Renault lançou a versão do sedã com um design agradável e porta-malas espaçoso. A primeira modificação aconteceu somente em em 2003, mesmo ano em que foi lançada a carroceria com três portas. Em 2005, o veículo foi atualizado novamente, ganhando destaque no seu novo para-choque com placa na parte traseira. A estreia do Sandero em 2008 negou ao Clio o posto de veículo de entrada na versão Campus, simples e vendida apenas com motor 1.0.

A última modificação ocorreu em 2012, quando o Clio ganhou uma dianteira inspirada na nova identidade visual da Renault. O Clio saiu de linha em 2016, mas ainda pode ser visto pelas ruas, pois há quem ache este modelo o queridinho da marca.

Kwid

O Kwid colocou a Renault em uma briga de um segmento que até então não havia sido explorado pela marca: Um veículo subcompacto de entrada. O projeto de origem indiana foi amplamente modificado para torná-lo um veículo mais seguro após a gafe durante o teste de colisão no qual o veículo obteve nota 0 no resultado. Assim, o Kwid nacional ganhou ajustes estruturais e airbags nas laterais como item de série, superior no segmento. Ele possui outros itens bastante comuns entre a concorrência como a central de multimídia com GPS e câmera de marcha ré. O design que lembra um mini-SUV foi ressaltado durante a campanha de divulgação do modelo, chamado de “SUV dos compactos”

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